"É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante Ele, por terem apenas passado pela vida."
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
A fênix reerguida de suas cinzas
A fênix ou fénix (em grego ϕοῖνιξ) é um pássaro da mitologia grega que, quando morria, entrava em auto-combustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas. Outra característica da fénix é sua força que a faz transportar em vôo cargas muito pesadas, havendo lendas nas quais chega a carregar elefantes. Podendo se transformar em uma ave de fogo.
Teria penas brilhantes, douradas, e vermelho-arroxeadas, e seria do mesmo tamanho ou maior do que uma águia. Segundo alguns escritores gregos, a fénix vivia exatamente quinhentos anos. Outros acreditavam que seu ciclo de vida era de 97.200 anos. No final de cada ciclo de vida, a fénix queimava-se numa pira funerária. A vida longa da fénix e o seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-na em símbolo da imortalidade e do renascimento espiritual.
Os gregos parecem ter se baseado em Bennu, da mitologia egípcia, representado na forma de uma ave acinzentada semelhante à garça, hoje extinta, que habitava o Egito. Cumprido o ciclo de vida do Bennu, ele voava a Heliópolis, pousava sobre a pira do Deus Rá, ateava fogo em seu ninho e se deixava consumir pelas chamas, renascendo das cinzas.
Hesíodo, poeta grego do século VIII a.C., afirmou que a fênix vivia nove vezes o tempo de existência do corvo, que tem uma longa vida. Outros cálculos mencionaram até 97.200 anos.
De forma semelhante a Bennu, quando a ave sentia a morte se aproximar, construía uma pira de ramos de canela, sálvia e mirra em cujas chamas morria queimada. Mas das cinzas erguia-se então uma nova fénix, que colocava piedosamente os restos da sua progenitora num ovo de mirra e voava com ele à cidade egípicia de Heliópolis, onde os colocava no Altar do Sol.
Dizia-se que estas cinzas tinham o poder de ressuscitar um morto. O imperador romano Heliogábalo (204-222 d. C.) decidiu comer carne de fénix, a fim de conseguir a imortalidade. Comeu uma ave-do-paraíso, que lhe foi enviada em vez de uma fénix, mas foi assassinado pouco tempo depois.
Atualmente os estudiosos crêem que a lenda surgiu no Oriente e foi adaptada pelos sacerdotes do Sol de Heliópolis como uma alegoria da morte e renascimento diários do astro-rei. Tal como todos os grandes mitos gregos, desperta consonâncias no mais íntimo do homem. Na arte cristã, a fénix renascida tornou-se um símbolo popular da ressurreição de Cristo.
Curiosamente, o seu nome pode dever-se a um equívoco de Heródoto, historiador grego do século V a.C.. Na sua descrição da ave, ele pode tê-la erroneamente designado por fénix (phoenix), a palmeira (phoinix em grego) sobre a qual a ave era nessa época representada.
Teria penas brilhantes, douradas, e vermelho-arroxeadas, e seria do mesmo tamanho ou maior do que uma águia. Segundo alguns escritores gregos, a fénix vivia exatamente quinhentos anos. Outros acreditavam que seu ciclo de vida era de 97.200 anos. No final de cada ciclo de vida, a fénix queimava-se numa pira funerária. A vida longa da fénix e o seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-na em símbolo da imortalidade e do renascimento espiritual.
Os gregos parecem ter se baseado em Bennu, da mitologia egípcia, representado na forma de uma ave acinzentada semelhante à garça, hoje extinta, que habitava o Egito. Cumprido o ciclo de vida do Bennu, ele voava a Heliópolis, pousava sobre a pira do Deus Rá, ateava fogo em seu ninho e se deixava consumir pelas chamas, renascendo das cinzas.
Hesíodo, poeta grego do século VIII a.C., afirmou que a fênix vivia nove vezes o tempo de existência do corvo, que tem uma longa vida. Outros cálculos mencionaram até 97.200 anos.
De forma semelhante a Bennu, quando a ave sentia a morte se aproximar, construía uma pira de ramos de canela, sálvia e mirra em cujas chamas morria queimada. Mas das cinzas erguia-se então uma nova fénix, que colocava piedosamente os restos da sua progenitora num ovo de mirra e voava com ele à cidade egípicia de Heliópolis, onde os colocava no Altar do Sol.
Dizia-se que estas cinzas tinham o poder de ressuscitar um morto. O imperador romano Heliogábalo (204-222 d. C.) decidiu comer carne de fénix, a fim de conseguir a imortalidade. Comeu uma ave-do-paraíso, que lhe foi enviada em vez de uma fénix, mas foi assassinado pouco tempo depois.
Atualmente os estudiosos crêem que a lenda surgiu no Oriente e foi adaptada pelos sacerdotes do Sol de Heliópolis como uma alegoria da morte e renascimento diários do astro-rei. Tal como todos os grandes mitos gregos, desperta consonâncias no mais íntimo do homem. Na arte cristã, a fénix renascida tornou-se um símbolo popular da ressurreição de Cristo.
Curiosamente, o seu nome pode dever-se a um equívoco de Heródoto, historiador grego do século V a.C.. Na sua descrição da ave, ele pode tê-la erroneamente designado por fénix (phoenix), a palmeira (phoinix em grego) sobre a qual a ave era nessa época representada.
- A crença na ave lendária que renasce das próprias cinzas existiu em vários povos da antiguidade como gregos, egípcios e chineses. Em todas as mitologias o significado é preservado: a perpetuação, a ressurreição, a esperança que nunca têm fim.
- Para os gregos, a fénix por vezes estava ligada ao deus Hermes e é representada em muitos templos antigos. Há um paralelo da fénix com o Sol, que morre todos os dias no horizonte para renascer no dia seguinte, tornando-se o eterno símbolo da morte e do renascimento da natureza.
- Os egípcios a tinham por "Bennu" e estava relacionada a estrela "Sótis", ou estrela de cinco pontas, estrela flamejante, que é pintada ao seu lado.
- Na China antiga a fénix foi representada como uma ave maravilhosa e transformada em símbolo da felicidade, da virtude, da força, da liberdade, e da inteligência. Na sua plumagem, brilham as cinco cores sagradas.Roxo, Azul, Vermelha, Branco e Dourado.
- No ínicio da era Cristã esta ave fabulosa foi símbolo do renascimento e da ressurreição. Neste sentido, ela simboliza o Cristo ou o Iniciado, recebendo uma segunda vida, em troca daquela que sacrificou.
fonte: http://pt.wikipedia.org/
Lágrimas Dos Deuses Que Não Somos
Ao Amanhecer Cósmico
Das Virtuosas Pontes
Que Guiam Ao Alto,
Eu Ouço Daqui
Deste Plano Morto
Cheio De Humanos Ossos,
O Canto Da Ave Fênix,
Canto Regenerador
Dos Deuses,
Canto Regenerador
Dos Humanos!
Voando Todo Alegre,
Voando Todo Sorridente,
Alço-Me Qual Ícaro
Que Não Teme O Calor
Do Sol
E Me Faço Sol De Fogos
Que Incendeiam
As Ocultas Fogueiras,
Voando Vou Até
O Canto Da Ave Fênix,
Canto Regenerador
Dos Deuses,
Canto Regenerador
Dos Humanos!
O Kosmos Todo Percorro,
As Damas Cósmicas
De Puro Fogo
Me Fortalecem
Com Beijos Sedosos,
As Guerreiras Cósmicas
De Guerreiro Fogo
Me Fazem Guerrear
Com Espadas Pacíficas,
Elas Me Conduzem
Ao Canto Da Ave Fênix,
Canto Regenerador
Dos Deuses,
Canto Regenerador
Dos Humanos!
O Kosmos Me Atordoa,
Os Senhores Cósmicos
Do Fogo Gerador
Da Senda Solar
Enviam Os Guardiães
Do Kosmos Solar
Até O Meu Percorrer
Da Cósmica Estrada,
Eles Me Cercam
E Me Coroam
Com A Coroa Solar
Dos Filhos Regenerados
Pelo Canto Da Ave Fênix,
Canto Regenerador
Dos Deuses,
Canto Regenerador
Dos Humanos!
Cristos,
Anjos,
Arcanjos,
O Um,
Enfim,
Me Observando,
Me Incentivando,
Me Concluindo Onde
Meu Concluir É
Fogo Falho,
Me Obtendo Onde
Meu Obter É
Fogo Extinto,
Cantando Juntos
O Magnificat Cósmico
Da Virgem Ordem
A Fatuamente Nascer
Do Canto Da Ave Fênix,
Canto Regenerador
Dos Deuses,
Canto Regenerador
Dos Humanos!
As Lágrimas Verto Agora
Cosmicamente,
Choro No Kosmos,
Choro Cósmico,
Choro Cantando
A Canção Encontrável
Dos Meus Altos Sonhos
Realizados,
Eu Me Ajoelho Chorando,
Eu Me Deito Chorando,
Diante Dela,
Mas Ela Me Ergue
Também Chorando
E O Seu Fátuo Beijo
É O Meu Realizado
Caminho Encontrado
De Fátuo Ser,
Fátuo Ouvinte
Que Eternamente Sou
Do Canto Da Ave Fênix,
Canto Regenerador
Dos Deuses,
Canto Regenerador
Dos Humanos!
Ouçam
O Canto Da Ave Fênix,
Ouçam
O Canto Da Ave Fênix,
Ouçam
O Canto Da Ave Fênix,
Ouçam
O Canto Da Ave Fênix,
Ouçam
O Canto Da Ave Fênix,
Ouçam
O Canto Da Ave Fênix,
Ouçam
O Canto Da Ave Fênix,
Canto Regenerador
Dos Deuses,
Canto Regenerador
Dos Humanos!
Inominável Ser
OUVINDO REGENERADO
O CANTO DA AVE FÊNIX
E HUMANAMENTE
NÃO-DEUS
CHORANDO
fonte: http://ladodequnaso.blogspot.com/
Equipe 2008
Em pé da esquerda pra direita: Neyde, Rita , Zoraide, Zé, Edson, Roselena, Loyde, Patricia, Mauricio, Arnaldo.
Abaixados: Luiza, Ricardo, Sandra Vip, Nelson e Rangel
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